13 dezembro 2008

Encontro dos Movimentos Sociais e o Governo do Estado












Encontro dos Movimentos Sociais e o Governo do Estado aconteceu no dia 11 de Dezembro de 2008 no Teatro Gazomentro. A UPES estava na comissão de organização junto com UNMP, CTB, FMAP/RECID, CASA CIVIL DA GOVERNADORA. Esse evento foi uma articulação dos Movimentos Sociais que tem um Conselho de 25 entidades que se reuni a vários meses e tem como finalidade acabar com o gargalo de comunicação entre a sociedade e o Governo do Estado.
Esse foi um encontro que teve um ganho importante para a sociedade organizada.



10 dezembro 2008

Acampamento Intercontinental da Juventude 2009

De 27 janeiro a 1° de fevereiro de 2009 ocorrerá o Acampamento Intercontinental da Juventude em Belém do Pará.

As inscrições já começaram pelo link:

http://sistemas.pa.gov.br/acampamentojuventude/?do=Main.acampado_form

Para inscrições de atividades:

http://sistemas.pa.gov.br/acampamentojuventude/?do=Main.organizacao_form

mais informações no blog www.acampamentodajuventude.wordpress.com

ou pelo e-mail acampamento@fsm2009amazonia.org.br

26 novembro 2008

Audiência na Alepa


Segunda-Feira, 24/11/2008, 18:21h
Fonte: Diario do Pará

Audiência pública debate regulamentação da meia passagem intermunicipal
BELÉM (PA) - Lideranças estudantis, parlamentares e gestores públicos estarão juntos em audiência pública que será realizada a partir das 15h desta terça-feira (25), no auditório João Batista da Assembléia Legislativa do Pará (Alepa), para discutir a regulamentação da meia passagem intermunicipal para alunos dos ensinos básico, técnico e de nível superior. O Projeto de Lei Nº 274/07 do Poder Executivo foi entregue à Casa em setembro de 2007 e até agora só teve parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), que o aprovou.
Desde março deste ano está na Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária (CFFO), sob os cuidados do então deputado Cézar Colares (PSDB), que acaba de se desligar da Alepa para assumir vaga de conselheiro no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM). A demora na tramitação do projeto no Poder Legislativo é uma das motivações da audiência, solicitada pelo deputado Carlos Bordalo (PT).
De acordo União Paraense de Estudantes (Upes), há cerca de 100 mil estudantes de todos os níveis no Pará que se deslocam diariamente a outros municípios para garantir sua formação. E o alto custo com transporte acaba provocando um grande índice de evasão.
O projeto de lei regulamenta o art.284 da Constituição Estadual, alterado pela Emenda Constitucional nº35, de janeiro de 2007. Ele visa garantir o benefício de tarifa reduzida pela metade nos serviços de transporte coletivo convencional rodoviário e aquaviário intermunicipal de passageiros, aos estudantes regularmente matriculados e pertencentes aos níveis escolares de educação básica e superior, vinculados à rede pública, durante os dias letivos. O benefício também se estenderia para a rede de ensino privada, mas somente aos estudantes contemplados com bolsas de estudo integral ou parcial e aos inscritos em programas governamentais destinados a alunos de baixa renda. (Da redação)

24 novembro 2008

EM AÇÃO

A UPES E O MOVIMENTO PRÓ-MEIA FORAM A ALEPA P/ COBRAR AGILIDADE NO PROCESSO DE REGULAMENTAÇÃO DA MEIA-PASSAGEM INTERMUNICIPAL.
FOMOS ATENDIDOS PELO DEPUTADO JUNIOR HAGE PRESIDENTE DA COMISSÃO DE FINANÇAS, QUE SE COMPROMETU EM ENCAMINHAR O PROJETO, E INDICAR UM RELATOR.
ESTAMOS DE OLHO.













10 novembro 2008

TITULO DE UTILIDADE PUBLICA

FOI APROVADO NO DIA 28 DE OUTUBRO NA ALEPA O TITULO DE UTILIDADE PUBLICA DA UPES.
PROVANDO QUE A SOCIEDADE PARAENSE RECONHECE O TRABALHO QUE A UPES PRESTA A COMUNIDADE ESTUDANTIL DO ESTADO. NOSSA LUTA TA NA BOCA DO POVO.
AGRADECEMOS AOS DEPUTADOS QUE FORAM UNANIMES NA VOTAÇÃO DE APROVAÇÃO DO NOSSO PROJETO DE LEI.
EM BREVE FOTOS E RELATOS DA ENTREGA DO TITULO NA ALEPA.

29 setembro 2008

Audiência na Câmara de Vereadores de Belém







Violência nas escolas foi tema de debate na Câmara


A Escola precisa permanentemente estar aberta para a comunidade do bairro, integrando estudantes, professores, responsáveis e moradores em atividades educativas, profissionais, culturais e esportivas. Esse foi o principal caminho apontado para a redução da violência escolar em Belém, durante audiência pública realizada pela Câmara Municipal, nesta sexta-feira, 26.
A audiência, coordenada pela Comissão de Educação, Ciência e Tecnologia da Casa de Leis, teve o objetivo de debater os altos índices de violência escolar, registrados principalmente nos estabelecimentos da periferia. O espaço também lançou a idéia de criar o Fórum Municipal de Combate à Violência nas Escolas de Belém, a ser lançado oficialmente no dia 9 de outubro, as 17h, durante um seminário na Escola Estadual Mário Chermont, no bairro da Cremação.
Na opinião do presidente da audiência e integrante da Comissão de Educação da Câmara, não se pode mais permitir que “nossos alunos matem ou morram na frente das escolas. O enfrentamento do problema é necessário. Mas isso deve acontecer através de uma mobilização civilizatória e não baseada na guerra, com armas na mão”. Para o vereador do PT, assim como para a maioria dos participantes do debate, as escolas precisam ser ocupadas pelas comunidades em tempo integral e não mais somente de segunda a sexta-feira.
O Diretor de Educação para Diversidade, Inclusão e Cidadania da Secretaria de Estado de Educação - SEDUC, professor Wilson Barroso, defendeu que o Estado já começou a trilhar esse caminho, ao lançar, em 2007, o programa estadual escolar “Portas Abertas”. Para uma platéia de aproximadamente 40 estudantes da Escola Estadual Mário Chermont, o professor explicou o funcionamento do projeto que já atingiu, desde sua implantação até agora, 220 colégios. “Com o projeto, a Seduc trás essa possibilidade de fazer o enfrentamento da violência abrindo as portas das escolas para a comunidade também nos fins de semana, com oferta de oficinas para geração de emprego e atividades que ajudam a estimular uma cultura de paz, envolvendo e integrando toda a comunidade do bairro onde a escola funciona”,
Na visão do educador, a questão da violência escolar é extremamente complexa e não se resolve com presença policial na frente da escola, nem levantando muros. Para ele, essas medidas paliativas representam apenas a ponta do iceberg. “São ações pontuais, não atacam o cerne da questão que é fundamentalmente de educação e envolve vários pontos, como condição de vida, desestruturação familiar, ausência de políticas públicas nos bairros e a cultura de massa que ultimamente só faz estimular o ambiente que eu chamo de “fuleragem cultural”, analisou o professor.
A Presidente da União Paraense dos Estudantes - UPES, Nelma Neves, avalia que a violência não está restrita ao muro das escolas, mas, já alcançou a todos os setores da sociedade. Para ela, o espaço escolar deixou de ser um ambiente de convivência saudável, por que não procura estimular políticas voltadas para a os estudantes e professores, que além de mal remunerados, estão sobrecarregados de atividades que impedem de cumprir o seu papel de educador em sala de aula. Nelma ainda defendeu que as escolas devem sempre estar com as portas abertas todos os dias da semana para a qualificação da comunidade e não somente nos fins de semana como quer o programa Portas Abertas do Governo do Estado. “É preciso garantir um espaço de convivência, onde o aluno possa aprender as disciplinas da grade curricular e também desenvolver a prática da arte, do esporte e se aperfeiçoar enquanto cidadão. Isso tem que ser possibilitado em todos os dias da semana” defendeu Nelma.
Na análise da Ordem dos Advogados do Brasil – Secção Pará, para combater a violência nas escolas é preciso entendê-la em três níveis. De acordo com o advogado Fernando Amoras, Presidente da Comissão de Assuntos Penais, essa violência acontece “na escola, para a escola e da escola”. Apesar de não tecer mais detalhes acerca desse pensamento, o representante da OAB defende a mudança de conteúdo na grade curricular, a fim de torná-la menos cansativa e mais estimulante. A OAB também defendeu a contratação, dentro de cada unidade escolar, de profissionais especializados nas áreas da assistência social e psicologia, como forma de garantir o acompanhamento do aluno. “Os professores estão sobrecarregados de um modelo colonial de ensino, que não tem mais eficiência e nem eficácia. A atuação do psicólogo e do assistente social na escola ajudaria a diagnosticar o público problema, aquele que falta aula e retiraria das costas do professor essa sobrecarga”, disse o advogado.
No entender do aluno Luiz Fernando, 16 anos, da Escola Estadual Mário Chermont, todo problema de violência nas escolas passa pela falta de oportunidades, tanto para os alunos como para a comunidade do entorno. Ele avalia que as escolas devem abrir as portas dos laboratórios de informática todos os dias da semana para a comunidade. “A gente tem que ir para a escola para aprender e se sentir bem. Para isso, é preciso construir políticas voltadas para os estudantes e abrir novas oportunidades”, concluiu.

Reportagem do site da Câmara de Vereadores

É importante ressaltar que essa Audiência foi provocada pela União Paraense dos Estudantes junto ao Vereador Paulo Fonteles, devido ao aumento da violência nas escolas da Capital. Pois esta Diretoria tem o Estudante como prioridade e sendo assim criamos o FÓRUM CONTRA A VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS, que tem como meta envolver toda a comunidade dentro e fora das instituições e principalmente todos os poderes: executivo, legislativo e Judiciário para que juntos possamos travar ações que venham a amenizar a violência de maneira coerente e eficaz.

20 setembro 2008

ELEIÇÕES DO DEC DA UEPA

Ha 3 anos dirigido pela UJS ( União da Juventude Socialista ) o DEC da UEPA agora tem nova representação que democraticamente foi eleita pelo estudantes. A eleição teve 2.590 votantes dividido entre a Capital e Interior do Estado. Em Processo Eleitoral aberto a toda a comunidade estudantil e depois da Campanha o resultado:
Chapa 2: Mudar o rumo dos Ventos - 1.321
Chapa 1: Quem vem com tudo não cansa - 943
Chapa 3: Reviver UEPA - 326
Saudamos os vitoriosos e desejamos que essa nova direção continue na luta em defesa dos direitos dos estudantes.
Precisamos que os estudantes engrosse a luta por uma EDUCAÇÃO DE QUALIDADE.